Escolha de Barbosa passou por sondagem de amigos e pesquisa eleitoral
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A escolha do partido Democracia Cristã pela pré-candidatura do ex-ministro Joaquim Barbosa, do STF (Supremo Tribunal Federal), faz parte de um processo de articulação política iniciado em abril.
No mês passado, amigos do magistrado procuraram a cúpula do partido pequeno. Eles informaram que Barbosa estava disposto a ser candidato a presidente neste ano e que tinha simpatia pela legenda.
A reação inicial da sigla, que já havia iniciado a pré-campanha presidencial do ex-ministro Aldo Rebelo, foi de cautela.
Barbosa já havia sinalizado em 2018 a mesma disposição ao PSB, mas desistiu antes mesmo do pleito nacional.
Por isso, o presidente nacional da sigla, João Caldas, encomendou uma pesquisa para avaliar o potencial eleitoral do ex-presidente da Suprema Corte.
O resultado foi que Barbosa tem mais potencial de voto que Rebelo. Além disso, partidos pequenos também sinalizam disposição em negociar um apoio.
O partido, então, decidiu mudar seu nome para a disputa nacional e ofereceu a Rebelo que fosse candidato ao Senado Federal ou à Câmara dos Deputados. A reação do ex-ministro da Defesa, contudo, foi de manter a candidatura, o que irritou a cúpula nacional do partido.
Uma das hipóteses aventadas é de que ambos formem uma chapa puro-sangue caso o Democracia Cristã não consiga formar alianças. Fonte: CNN


